Após participar hoje (8), no Rio, de reunião com o chefe da Divisão de Homicídios, Fábio Carsoso, e membros da Comissão Externa da Câmara que acompanha as investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco, o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) disse que o cerco contra os assassinos está se fechando.

“Ele afirmou que a sociedade tem que ter paciência, porque homicídio, de fato, exige uma investigação mais rigorosa. Mas ele já tem informação suficiente para cruzar os dados e chegar aos assassinos”, disse o deputado. “Já descartaram várias linhas de investigação e o cerco aos criminosos está se fechando. Não só sobre os executores como também em relação aos mandantes.”

Ainda de acordo com Wyllys, o delegado afirmou que os executores são bem treinados. Mas não informou se são agentes do Estado. “Não são pessoas quaisquer e não são baratas”, disse o deputado.

O delegado confirmou que a arma usada no crime foi uma submetralhadora. Além disso, de acordo com o deputado, a falta do exame de raio-X no corpo de Marielle – devido ao  equipamento do Instituto Médico-Legal (IML) estar quebrado – não prejudicou as investigações.